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PostHeaderIcon CONTAC-CUT - Congresso elege nova diretoria e define ações para os próximos quatro anos

“Estamos num jogo e perdendo de goleada. E para virar essa situação temos que ter a unidade”. A afirmação é do novo presidente da CONTAC, Nelson Morelli, de Mogi Mirim (São Paulo), eleito durante o 9º Congresso Nacional da Confederação Brasileira Democrática dos Trabalhadores na Indústria de Alimentação, realizado dias cinco e seis de dezembro, na sede da CUT, em São Paulo. 

Representantes do SINTICALO evento intitulado “ Pela ética e respeito aos direitos dos trabalhadores“ reuniu mais de 140 delegados e delegadas que também definiram o plano de ações da federação para os próximos quatro anos. Além da negociação por melhores salários e a manutenção de direitos ameaçados pelo governo Bolsonaro, também é prioridade a luta contra os agrotóxicos, conscientizando a população sobre os riscos da ingestão de alimentos altamente contaminados pelos venenos.  

Do SINTICAL participaram como delegados os diretores Cleumar Godoy de Godoy, Valdemir Corrêa, Luciano Lorentz e a diretora Cleusa de Fátima Fernandes. 

Homenagem 

O Congresso foi marcado ainda pelas homenagens ao atual presidente, o técnico moageiro Siderlei Silva de Oliveira, que deixará a entidade, depois de 25 anos de atividades e conquistas.

Presidente da CONTAC-CUT desde a sua fundação em 1994, Siderlei de Oliveira disse que sai da direção da entidade com sentimento de dever cumprido. “Somos uma confederação que não só briga pela questão salarial; nós lutamos por tudo aquilo que impacta a vida do trabalhador e da trabalhadora a alimentação”.  

O sindicalista citou como um dos seus principais legados a Norma Regulamentadora (NR) Nº 36 – Segurança e Saúde no Trabalho em Empresa de Abate e Processamento de Carnes e Derivados – para o setor de frigoríficos, ambiente que mais mutila e impacta a saúde do trabalhador. A norma tem a finalidade de garantir segurança, saúde e qualidade de vida do trabalhador, estabelecendo requisitos mínimos para realizar as atividades, priorizando a proteção dos trabalhadores. 

Desafios da próxima gestão

Segundo Siderlei, o principal desafio da próxima gestão com o governo Bolsonaro é manter a entidade viva. “Até as coisas que conquistamos com muita luta estão ameaçadas. A própria NR pode acabar se não houver disposição de luta. Esta nova direção terá que ousar como nos ousamos na década de 1990 para resistir e avançar. Não será este governo que vai fazer a gente parar; temos que continuar com mais cuidado e fazermos muito mais do que fizemos até aqui”, afirmou.

A CONTAC-CUT reúne atualmente 180 sindicatos e representa um milhão e 400 mil trabalhadores.

Com informações da Agência Sindical