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PostHeaderIcon GREVE GERAL PARALISAÇÃO DE JUNHO AMPLIA E FORTALECE MOBILIZAÇÕES CONTRA A REFORMA DA PREVIDÊNCIA E OS CORTES NA EDUCAÇÃO PÚBLICA

1Junto com milhões de trabalhadores e trabalhadoras de todo país, o SINTICAL deu um rotundo recado ao governo Bolsonaro no dia 14 de junho, fortalecendo a greve geral contra a Reforma da Previdência, contra os cortes na Educação Pública e por mais empregos. Em Santa Maria, desde a madrugada, sindicalistas, servidores, professores, integrantes dos movimentos sociais e estudantes trancaram rodovias e bloquearam empresas de transporte, articulados a um movimento crescente que se espalhou de Norte a Sul do Brasil. Ao longo do dia ocorreram manifestações nas capitais e cidades de todo porte, em que se pode ouvir e ver a disposição da classe trabalhadora para lutar contra o desmantelamento da Previdência, da Educação e de quaisquer serviços públicos.


Resistência
2“Estamos de parabéns”, assinalam os diretores do SINTICAL, avaliando um movimento que paralisou cerca de 45 milhões de trabalhadores em todo país, conforme estimativa da CUT e demais centrais sindicais, como um grande dia de luta que deve impulsionar novas e maiores manifestações contra os ataques do governo Bolsonaro aos direitos previdenciários conquistados, ao esfacelamento da educação pública e pela geração de empregos.
Além disso, a direção do SINTICAL também destaca o caráter de unidade da classe trabalhadora que a Greve do dia 14 de junho evidenciou. “Apesar das diferenças, construímos um grande e forte movimento pacífico com trancaços de vias, manifestações de rua, aulas públicas e marchas”, salientam os diretores do da entidade, apontando que o sindicato, mais uma vez, demonstrou ser um instrumento de luta da categoria e em defesa dos direitos dos trabalhadores e trabalhadoras.
Próximos passos
Na continuidade da Greve Geral de junho, a CUT e demais centrais sindicais enfatizam que a unidade de ação foi e é essencial para as mobilizações futuras. Entre elas, o Dia Nacional de Mobilização, em 12 de julho, com atos, assembleias e manifestações em todas as cidades e em todos os locais de trabalho, bem como o reforço a um grande ato que a UNE (União Nacional dos Estudantes) realizará nesta data em Brasília, durante seu Congresso Nacional.
3A intensificação da luta é para denunciar e barrar os efeitos nefastos da Reforma da Previdência, impedindo a votação do relatório na Câmara dos Deputados, antes do recesso parlamentar que inicia em 17 de julho.
Segundo a diretoria do SINTICAL, a população precisa entender o mal que representa essa reforma e sair da sua zona de conforto. Com a imposição da idade mínima de 65 anos para homens e 62 para mulheres e o aumento do tempo mínimo de contribuição de 15 para 20 anos, o trabalhador nunca vai se aposentar. Isso porque, em um mercado de trabalho marcado pela informalidade e altas taxas de desemprego, os trabalhadores e trabalhadoras têm cada vez mais dificuldade de conseguir contribuir para a Previdência de forma ininterrupta. Sem emprego ou em trabalho precário não tem como contribuir para o INSS e, consequentemente, a aposentadoria fica ainda mais difícil para o brasileiro. Essa é a face mais perversa da reforma.4

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