Indicadores

R$ 998,00

b_sal_reg
R$ 1.251,78
b_sal_fam
R$ 46,54 (para quem ganha
até R$ 907,77)
R$ 32,80 (para quem ganha
de R$ 907,77 até R$ 1.364,43)
R$ 0,00 (para quem ganha
acima de R$ 1.364,43)
b_desc_inss
Salários até R$ 1.751,81
desconto de   8%
De R$ 1.751,81 até R$ 2.919,72
desconto de   9%
De R$ 2.919,73 até R$ 5.839,45
desconto de   11%
 
 

 saude-trabalhador

 

pre-olimpico-2018

PostHeaderIcon Trabalhadores da Sulfrigo aprovam Ação Coletiva contra a empresa

000001Os empregados da Empresa Sulfrigo Alimentos de Júlio de Castilhos, reunidos em Assembleia nesta quarta-feira (23), nas dependências do salão da capela Nossa Senhora Medianeira, aprovaram por unanimidade, que o Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias e Cooperativas da Alimentação de Santa Maria e Região – SINTICAL entre com Ação Coletiva na Justiça do Trabalho.

Assim, os trabalhadores presentes autorizaram o SINTICAL a atuar como substituto processual, para obrigar a empregadora e empresas que usufruíram dos seus serviços a pagarem o que lhes é de direito, referente a: salários em atraso, adicional de insalubridade, 13º salário de 2018, Fundo de Garantia Por Tempo de Serviço, contribuições previdenciárias, bem como a reclamar indenização por danos morais coletivos decorrentes da situação de miserabilidade e privações em que foram coletivamente jogados pela inadimplência da empregadora e outros direitos que tenham sido coletivamente lesados.000002

É importante lembrar que os 286 funcionários da Sulfrigo paralisaram as atividades no dia 14 de novembro de 2018, em razão do atraso do pagamento dos salários, que, conforme a lei deve ser feito até o quinto dia útil do mês. A greve durou cinco dias.

De acordo com o presidente do SINTICAL, Rogério Aguirre da Rosa, a situação provocou uma reunião entre representantes locais da empresa e uma comissão formada pelos trabalhadores e os dirigentes do sindicato. Entretanto, desde então, somente os salários referentes ao mês de outubro foram pagos.

O impasse prossegue, mesmo após o SINTICAL ter feito notificação junto ao Ministério do Trabalho, e a consequente autuação da empresa. Além disso, a empresa também foi denunciada junto ao Ministério Público do Trabalho, pelo atraso nos depósitos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço - FGTS e pelo não pagamento verbas rescisórias a cerca de cem trabalhadores demitidos.000003

Desta forma, não restou alternativa aos trabalhadores senão a busca da garantia dos seus direitos, através de ação judicial.

Com informações de Valdemir Corrêa: Secretário Geral do SINTICAL/ Fotos: Caio Portela